Ciclo o Expressionismo Alemão: M, O Vampiro de Dusseldorf (1931)

M, O VAMPIRO DE DUSSELDORF
m_3Título Original: M
País: Alemanha
Ano: 1931
Duração: 111 min.
Direção: Fritz Lang
Elenco: Peter Lorre, Gustav Grundgens, Otto Wernicke, Ellen Widmann, Inge Landgut, Friedrich Gnass, Ernst Stahl-Nachbaur, Franz Stein, Otto Wernicke, Theodor Loos, Fritz Odemar.
Sinopse:
Na Alemanha dos anos 20, um psicopata mata várias crianças e espalha o terror entre a população.

Mais um clássico do expressionismo alemão, transformado em obra prima graças à pioneira utilização do som como elemento da linguagem cinematográfica, à fotografia de Fritz Arno Wagner e aos sombrios cenários desenhados por Emil Kassler e Karl Vollbrecht, o que ajudam a tornar a história do assassino de meninas ainda mais assustadora.

Um marco do cinema e do expressionismo alemão

O vienense Fritz Lang faz uma abordagem do poder como garantia da ordem pública, da vingança como meio de destruição, da inadaptação e da angústia popular na Alemanha pré-nazista. Precursor do filme noir, “M, o Vampiro de Dussedorf”, é um espelho da sociedade alemã da década de 30 e baseia-se na história verídica de Peter Kurter (“O Monstro de Dusseldorf”), um caso verídico que abalou a Alemanha na época. Lang queria escrever um argumento sobre crime e acabou por decidir que o assassínio de crianças era o mais horrendo de todos. O título “o assassinato está entre nós” precisou ser mudado por pressão do Partido Nazista, que assumiu que o título era uma referência a eles próprios.

“M” foi filmado após “Metropolis” (1927), e é o primeiro filme falado de Lang, que aqui promoveu uma verdadeira revolução no que era então a utilização do som em filmes. Este aparece como contraponto à imagem, valorizando-a com efeitos como a voz em off, fazendo a ligação entre cenas ao invadir ou antecipar a imagem seguinte. Com “M”, Lang viria a influenciar o gênero noir, com sua temática voltada ao drama policial. O gênero noir, portanto, nunca deixaria de render créditos ao expressionismo alemão. O expressionismo surgiu no cinema por volta da década de 1920, com filmes como “O Gabinete do Dr. Caligari” (1919) e “O Golem” (1920), aclamados como os primeiros filmes expressionistas. Nessa época a Alemanha vivia o pós-guerra, logo não é de se admirar que os filmes do expressionismo, muitas vezes, possuíssem enredos sombrios ou trabalhassem com figuras mitológicas como vampiros, golens, etc, num justo alinhamento com o imaginário cataclísmico de seu tempo. Os cineastas alemães há alguns anos já utilizavam o jogo de sombra e luz, mas no expressionismo, em conjunto com as deformações do cenário, atingem outro patamar, criando uma interação orgânica entre os personagens e o mundo que os rodeia, transformando os próprios objetos, antes periféricos, em personificações do universo psicológico da trama.

Para interpretar o papel do assassino, Lang procurava um novo rosto e encontrou-o em Peter Lorre, ator de sucesso no teatro vanguardista berlinense, e que tem, em “M”, o papel da sua vida e cuja imagem nunca mais o abandonaria. Após ter afugido da Alemanha Nazista, Lorre refugiou-se na Inglaterra, onde trabalhou com Alfred Hitchcock e, posteriormente, em Hollywood, onde participou de filmes como “O Falcão Maltês”, “Casablanca”, “O Mundo É um Hospício”, entre muitos outros. Rodado em apenas seis semanas, “M” é também o primeiro filme sonoro alemão e, ao contrário do que seria de esperar, o som é de tal forma importante, que Lang o utiliza como um elemento narrativo e de desenvolvimento da história. O filme revela o enorme talento de Fritz Lang: da extraordinária utilização da câmera, ao som, passando pela descrição narrativa dos procedimentos policiais, o filme abriu novas perspectivas no panorama cinematográfico. A sua originalidade e frescura é tão surpreendente hoje, como o foi em 1931, sendo um dos mais fascinantes exemplos desse estilo de cinema.

Logo após a conclusão de “M”, Fritz Lang imigrou para os Estados Unidos, fugindo da ascensão do nazismo. Lá passaria a trabalhar para os grandes estúdios e conseguiu naturalidade americana em 1939. Muitos dos filmes que dirigiu nessa época são incluídos dentro da filmografia noir que ele próprio influenciou, sendo Lang um grande colaborador na expansão e na evolução do cinema americano.

Fritz Lang realizou um de seus maiores clássicos em um retrato contundente da sociedade alemã de sua época

A carreira altamente influente de Fritz Lang como diretor de cinema começou no pós-I Guerra Mundial na Alemanha, onde foi figura de destaque no movimento de cinema expressionista alemão, e terminou nos Estados Unidos em 1953, com a produção de “The Big Heat”, um filme noir clássico. Talvez seu maior filme seja mesmo “M”, produzido ainda na Alemanha, em 1931, e que forma uma ponte histórica entre o expressionismo alemão – já em declínio – com o subgênero que o sucedeu, o filme noir. Como o primeiro, “M” usa composições estranhas e perturbadoras do jogo inconstante de claro e escuro, a fim de simbolizar o funcionamento interno da mente humana; e como este último, é mais realista e define sua história em um ambiente urbano moderno, combinando questões sociológicas, juntamente com os aspectos psicológico e moral.

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Além disso, “M” foi o primeiro de Lang (e da Alemanha) filme sonoro, e muitos historiadores o citam como a primeira obra-prima do cinema a aparecer após a introdução do som em filmes no final da década de 20. Enquanto a maioria dos primeiros “talkies” apesar da nova tecnologia de mesclar áudio e imagem, parecesse regressar ao passado com uma narrativa estática – o uso da câmera fixa, quase uma regra difícil de derrubar por conta do tamanho das câmeras e das dificuldades de filmagem da época -, resultava um filme visualmente monótono. Era como se o palco fosse o limite, demarcando o início e o fim de muitos filmes do período, limitando o potencial das histórias em vez de expandir as possibilidades artísticas da nova mídia. “M” evita essa falta de habilidade equilibrando assíncronos, e fora da tela utiliza os sons com o uso ainda limitado de diálogos em sincronia. Mas o que mais chama a atenção, esteticamente falando, é a incrível mobilidade da câmera de Lang e isso fica muito evidente na cena em que os mendigos são convocados para ajudar a descobrir o assassino, com a câmera passeando pelo interior do restaurante, subindo um andar e em seguida atravessando uma janela.

Um exemplo famoso é a cena que introduz Beckert como uma sombra contra o seu próprio cartaz de “Procurado”, assustadoramente planejando o ataque à sua próxima vítima, Elsie Beckmann: “Você tem uma bola muito bonita”, diz ele. Não é só a sombra de Beckert que alude na direção do expressionismo como as raízes artísticas de Fritz Lang, mas, ironicamente, coloca o assassino em um espaço realista, isto é, entre a comunidade humana de espectadores, embora ele seja um membro monstruoso do gênero humano. Nada mais de golens, vampiros e outros monstros dos quais por mais de uma década o expressionismo utilizou em filmes como “Nosferatu” e “O Golem”. O monstro em “M” é demasiado humano.

Outro exemplo da utilização do tempo “fora da tela” é a forma como Lang trabalha a montagem e que em um determinado momento destaca a ausência de Elsie: uma cadeira vazia na mesa de jantar dos Beckmann, a vertiginosa escadaria na cena em que a mãe de Elsie procura compulsivamente pelos sinais da filha que já deveria ter voltado da escola e o sótão vazio onde roupas estão dispostas em varais. O mais memorável de todos – e na maioria das vezes aludido visualmente em outros filmes – é a sequência que indiretamente mostra o ataque de Beckert e o assassinato da menina, representando esses eventos fora da tela metonimicamente através da saída da bola de Elsie nos arbustos e do lançamento de seu balão nos fios de telefone. Nunca na história do cinema se tinha visto algo tão terrível comunicado através de imagens subjetivas tão poderosamente filmadas.

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Neste aspecto, a edição do filme, especialmente seu uso elaborado do corte paralelo, também contribui para a energia cinética e fluidez do contador de histórias que era Fritz Lang. Naturalmente, muitos dos efeitos sonoros do filme também são imaginativos e memoráveis, E nada mais eloqüente do que o compulsivo assobio do personagem central do filme, o perseguidor e assassino em série de meninas Hans Beckert (magnificamente interpretado por Peter Lorre).O som é também um importante contribuinte para o uso rico e influente do que permanece “fora da tela” em “M”. Pelo assobio, um vendedor cego reconhece Beckert e dá o alerta a um colega, iniciando uma perseguição.

Considerando os crimes hediondos de Beckert e as imperfeições de um sistema médico e legal que poderia transformá-lo em um ser socialmente ajustado e solto para matar novamente, “M” oferece ao espectador uma resposta emocional da qual é difícil resistir. No entanto, o filme não é de nenhuma maneira um endosso de que a sociedade deve se proteger por seus próprios meios pela criação dos “vigilantes”, mesmo quando em uma cena mostra os chefões do crime organizado deixando suas rivalidades de lado para traçar um modo de deter o assassino que, segundo eles, está prejudicando o seu negócio e precisa ser eliminado. Através do corte paralelo, vemos outra reunião, desta vez a dos chefes de polícia discutindo novas formas de agirem no caso. O clima de paranóia que permeia todo o filme, com cidadãos de bem se acusando mutuamente e a polícia com poderes de prender qualquer pessoa suspeita foi visto como uma alegoria para o clima de histeria dominante no país às vésperas da ascensão de Adolf Hitler.

Há também por trás da história do assassino todo um esforço em mostrar o trabalho policial através da coleta das pistas – o Ministro exige a solução do caso enquanto o Delegado enumera as dificuldades para descobrir a identidade do assassino. A comparação das impressões digitais à análise da sua caligrafia permitirá aos especialistas traçar um perfil psicológico capaz de ajudar na sua captura – um modelo básico para os filmes e seriados forenses dos nossos tempos -, enquanto ouvimos a descrição de seu perfil por um desses especialistas, vemos Beckert em sua casa. A busca por novas pistas aumenta o raio da investigação policial a partir do ponto central onde ocorreu o último crime. Por fim, o Inspetor Lohmann chega ao nome do assassino seguindo a mais pura lógica investigativa.

Co-autora do roteiro e esposa de Fritz Lang na época, Thea Von Harbour era uma defensora do nazismo, e logo depois de terminarem as filmagens de “M”, o casal se separou. A entrada dela para o Partido Nazista certamente acelerou o processo de separação. Em 1933 já estavam divorciados. Um ano mais tarde, Fritz Lang fugiu da Alemanha depois que seu filme “Das Testament des Dr. Mabuse” foi declarado ilegal pelos nazistas, que detectaram a presença de uma certa crítica a este regime de governo. Thea von Harbou, permaneceria no país, trabalhando para o Partido Nazista. Muito de sua visão pela obediência incondicional às autoridades pode ser percebida no roteiro de “M”, em contraste com a visão pessoal de Lang sobre o comportamento da sociedade alemã. Portanto, ter um assassino cruel que dirige olhares de súplica, e um chefe de polícia vestido e gesticulando como um oficial da Gestapo, não foi uma mera coincidência.

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Para além do seu brilhantismo técnico, as chaves para o impacto duradouro de “M” são o seu retrato psicologicamente convincente da compulsão assassina de Hans Beckert e a ainda relevante ambivalência de sua captura e “julgamento”. Ao contrário de contemporâneos exemplos cinematográficos sobre assassinos seriais no cinema, Beckert não é apresentado simplesmente como um psicopata grotesco. Nem é a questão de como a sociedade deve lidar com ele, nem como o público da época poderia reagir ao personagem. Em “M”, audaciosamente o assassino escreve uma carta para os jornais, desafiando a polícia e aumentando o medo entre a população. Ver Beckert capturado e levado a um julgamento ainda que precipitado é o desejo coletivo de todos que assistiram “M” ao longo das décadas. Como muitos na sociedade de hoje, os acusadores de Beckert estão pouco dispostos a ouvir seus apelos de insanidade e tão logo querem se livrar do monstro pelo modo mais certo possível: a pena de morte sumária tão pouco se preocupando com possíveis direitos legais. Através das convicções improváveis e retóricas do despenteado advogado de defesa de Beckert, nomeado pelo “tribunal popular” em que ele será julgado, e do próprio monólogo apaixonado de Beckert, o filme implica fortemente a sugestão de uma impaciência com os processos judiciais e democráticos e uma ânsia paranóica em se livrar de outros bodes expiatórios (culpados ou não) em nome da ordem social e que são bem sintomáticos com a situação social e política que tomava conta da Alemanha em sua época.

Além disso, a letra “M” riscada na parte de trás do casaco de Beckert por um de seus perseguidores não só significa “assassino”, mas também faz alusão à marcação de Deus a Caim. Enquanto a crença popular sustenta que a marca de Caim simboliza o seu mal, na verdade, representa o aviso de Deus para Caim de que falhas semelhantes não se devem punir com vingança irada, mas deixar que a justiça divina as corrija. Traduzido em termos seculares (e literalmente na visão do roteiro de Thea von Harbou e Fritz Lang, o último assinado por eles em conjunto), as mãos de Deus em “M” pertencem às legítimas autoridades que intervêm no último momento para prender e deter Hans Beckert, “em nome da lei”.

Fritz Lang prevê de forma bem sutil os problemas que o Nazismo traria para o mundo

O cineasta alemão que negou emprego do próprio Hitler criou sua maior obra-prima em 1931, com “M – O Vampiro de Dusseldorf”. É verdade que cinco anos antes, em 1926, Fritz Lang dirigiu com maestria técnica o futurista Metrópolis, mas é com “M” que o mesmo diretor chegou ao que considero sua perfeição. Inspirado claramente pelo Expressionismo Alemão (tendência artística inspirada no temor ao desconhecido e ao sobrenatural), cujos primeiros exemplos no cinema são filmes como “O Gabinete do Dr. Caligari” e “Nosferatu”, “M” possui uma fotografia característica do movimento, cheia de sombras e escuridão, e personagens misteriosos, além de momentos aterrorizantes. O filme envelheceu um pouco, é verdade, mas ainda pode ser considerado uma obra-prima magistral, das maiores que o cinema já viu.

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“M” é reconhecido hoje como o primeiro grande filme da cinemateca alemã. Originalmente, seria chamado de “The Murders are Among Us” (“Os Assassinos estão Entre Nós”), o que poderia ser considerada uma referência a um grupo Nazista da época. Com medo de que reconhecessem tal referência, Fritz Lang acabou alterando o título para “M”, da palavra Murders. O filme foi baseado em um caso verídico, do assassino em série Peter Kuerten, na mesma cidade de Dusseldorf do filme, embora o roteiro tenha muitos elementos fictícios, e fala sobre um infanticida que vem aterrorizando as mães daquela cidade (o assassino original não matava crianças). O criminoso põe toda a força policial e toda a população em alerta, e começa a ser caçado intensamente, a ponto de chegar a atrapalhar os negócios da máfia local, que passa a procurá-lo sem parar também.

O filme é sensacional também no uso do som, possuindo uma linguagem muito a frente de seu tempo. Lang foi um dos primeiros cineastas a utilizar o som para ajudar a contar a história além do que mostram as imagens. Frame parado, imagem suspensa, e o som continua contando a história. Dessa forma foram criados momentos de suspense e tensão inacreditáveis, como na cena em que o assassino, acuado como um rato por seus perseguidores em um canto escuro (imagem parada em sua expressão de medo) ouve o som deles cada vez mais alto, e sabe que será inevitavelmente descoberto. O uso da música “In the Hall of the Mountain King”, como marca registrada do assassino, que a assobia enquanto anda calmamente pelas ruas, também ajuda a criar um clima de suspense maravilhoso.

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“M”, embora não seja tecnicamente tão impressionante como “Metrópolis” (na realidade é melhor, mas apenas por causa da evolução natural do cinema, mas relativamente falando não é tão revolucionário quanto), é mais interessante em termos de narrativa, que aqui poucas vezes fica monótona (característica comum em “Metrópolis”, por mais que os críticos em geral o idolatrem). É a utilização da técnica aliada a uma história de conteúdo importante. Sobretudo o personagem de Peter Lorre, o assassino, que aparece apenas com destaque na segunda metade do filme, é multidimensional e completo. Os olhos do ator, atormentados na cena final, produzem um dos melhores momentos do filme, para não dizer de todos os tempos no cinema, sem exageros. É um momento único e forte, que retrata toda a personalidade ambígua do personagem. Um dos assassinos mais interessantes do cinema: perigoso e ingênuo, medroso, ao mesmo tempo.

Como em “Metrópolis”, novamente o ser humano e suas emoções são o ponto de suporte da história de um filme de Fritz Lang. O diretor retrata o pior do ser humano: sua hipocrisia, arrogância, como o assassino que acaba julgando o assassino, ou a acusação da lei do homem com suas falhas óbvias que deixam assassinos soltos, com a desculpa de que problemas mentais os deixam irresponsáveis pelos seus atos (de qualquer forma, a lei do homem não traz as vítimas de volta, como constata a mãe na maravilhosa e tocante cena final). Seria o personagem de Lorre realmente um doente mental, ou seu comportamento é apenas um artifício para tentar se livrar da pena de morte? A carta que escreve aos jornais dá indícios de que ele faz isso deliberadamente, por exemplo, embora essa questão seja duvidosa.

Independente de questões sobre a perfeição (ou não) do roteiro, “M” é sim um filme completo. Além do clima de suspense, promovido evidentemente pela linguagem visual e pelo seu próprio tema sinistro, das maravilhosas interpretações (fora a figura do assassino, o filme não tem outro personagem forte: todos os coadjuvantes têm sua importância para contar a história), do estudo do comportamento humano, sobra ainda espaço para o humor, obviamente que de forma leve, quase invisível. Toda a cena em que os perseguidores da máfia perseguem o personagem de Lorre na fábrica vazia é uma grande piada, no bom sentido.

Fritz Lang, a frente do seu tempo, já acabara prevendo, de forma bem sutil, os problemas que o Nazismo traria para o mundo. “M” serve, porque não, como uma crítica sutil (não literal) a esse regime ditatorial que, anos mais tarde, aterrorizaria meio mundo. O diretor acabou fugindo do seu próprio país, indo parar em Hollywood, onde fez alguns ótimos filmes, como o noir “Os Corruptos”, de 1953, considerado um dos melhores do gênero naquela década. Mesmo assim nunca conseguiu igualar novamente “M”. Clássico absoluto e necessário para se entender melhor esse cineasta dos mais importantes. Mais de sete décadas depois, seu filme ainda permanece impressionante.

IMDb: http://www.imdb.com/title/tt0022100/

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